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quarta-feira, 11 de maio de 2011

Câmara aprova exigência de relatório para gestor federal do SUS

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou, em caráter conclusivo, o Projeto de Lei 6411/05, do Senado, que estende ao gestor federal do Sistema Único de Saúde (SUS) a obrigação de apresentar, a cada trimestre, um relatório sobre sua atuação. A proposta também reforça essa obrigação para os gestores estaduais e municipais.
O texto agora segue para sanção presidencial, a não ser que seja apresentado recurso para sua análise no plenário.

De iniciativa do ex-senador Tião Viana (PT-AC), o projeto estabelece que o relatório traga informações sobre montante e fonte de recursos aplicados, auditorias concluídas ou iniciadas, oferta e produção de serviços na rede assistencial.

O documento deverá ser apresentado ao respectivo Legislativo - Congresso Nacional, assembleias estaduais ou câmaras municipais – e também ao conselho de saúde correspondente.

O relator na CCJ, deputado Gonzaga Patriota (PSB-PE), apresentou parecer favorável à proposta, sem análise de mérito.

Controle social
A obrigação legal de apresentar o relatório trimestral já existe para os gestores estaduais e municipais. No entanto, segundo o deputado José Linhares (PP-CE), que relatou a matéria na Comissão de Seguridade Social e Família, a prestação de contas é pouco praticada, em função do dispositivo legal “não ser muito conhecido”.

Linhares destaca que a prestação de contas “é instrumento de extrema relevância para facilitar a fiscalização do Legislativo sobre a implementação das políticas públicas de saúde.”

“Tais informações, com apoio das casas legislativas, são mais facilmente difundidas entre cidadãos e instituições, como conselhos de saúde e organizações não governamentais, promovendo o fortalecimento do controle social”, explica o parlamentar.

Matéria atualizada às 19h56.
Reportagem - Luiz Cláudio Pinheiro
Edição - Daniella Cronemberger

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segunda-feira, 9 de maio de 2011

  • Fwd: Propostas para Conferências de Saúde‏

  • De:SINDACS-PE Sindicato dos Agentes Comunitários de Saúde e Guardas de Endemias (sindacspe@gmail.com)
    Enviada:sábado, 30 de abril de 2011 0:01:59
    Para: ricardo-alexandre-@hotmail.com
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    ---------- Mensagem encaminhada ----------
    De: Formação CNTSS <formacao@cntsscut.org.br>
    Data: 28 de abril de 2011 20:25
    Assunto: Propostas para Conferências de Saúde
    Para: Robson Gois <
    robsonteixeira4@gmail.com>, Robson Gois <coord.naciocntss.acsace@gmail.com>, FERNANDO CANDIDO DO NASCIMENTO <fernando.candido2004@ig.com.br>, jorgealbertonet@gmail.com, jorgealbertonet@hotmail.com, claudiosindicato09@gmail.com, sindacsrr@hotmail.com, sindacs.pb@hotmail.com, sindacsba1@yahoo.com.br, sindacspe@gmail.com, sindacspb@hotmail.com, raquelcabral@hotmail.com, helenildes_gomes@hotmail.com






    São Paulo, 25 de abril de 2011


    Aos
    Sindicatos filiados à CNTSS/CUT
    Att.: Direção

    Ref.: Propostas dos/as Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias para as Conferências Municipais, Estaduais e Nacional de Saúde


    Companheiras e companheiros

              A CNTSS/CUT entende que as lutas dos trabalhadores no Brasil, ao longo da história, contribuíram para a conquista legal do Sistema Único de Saúde – SUS, com seus princípios de atenção integral à saúde para todos e direito da participação popular na formulação e fiscalização das políticas de saúde.
              Compreendemos que as Conferências de Saúde representam um espaço privilegiado para o debate entre todos os segmentos da sociedade sobre as questões de saúde e também se constituem em instrumento de defesa dos direitos dos trabalhadores.
               Neste contexto, após amplo debate com todos os sindicatos filiados que representam os/as Agentes Comunitários/as de Saúde e Agentes de Combate às Endemias, a CNTSS/CUT vem apresentar as propostas norteadoras para contribuição aos debates que serão realizados nas Conferências Municipais, Estaduais e Nacional de Saúde que, com certeza, representarão avanços para as políticas de atenção básica da saúde e para as conquistas dos/as Agentes Comunitários/as de Saúde e Agentes de Combate às Endemias:

    a     Fiscalização e incentivo do Ministério da Saúde no cumprimento da Emenda Constitucional 51 e da Lei nº 11.350/2006, visando regularizar o vínculo empregatício de todos/as os/as Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias, sendo intransigentemente contra a terceirização dos serviços de saúde;
    a     Estender para os/as Agentes de Combate às Endemias a Portaria Normativa do Ministério da Saúde, que atualmente estabelece um incentivo de R$ 714,00 para os/as Agentes Comunitários/as de Saúde;
    a     Regulamentação da Emenda Constitucional 63 que dispõe sobre o Piso Salarial Nacional dos/as Agentes Comunitários/as de Saúde e dos/as Agentes de Combate às Endemias;
    a     Defender uma política de Saúde do Trabalhador que considere as especificidades dos/as Agentes de Saúde. Além disso, o poder público deve financiar e assegurar o direito de acesso ao protetor solar e demais equipamentos de proteção, além do pagamento de adicional de insalubridade;
    a     Implantação do curso técnico de formação para os/as Agentes de Combate às Endemias e a continuidade do curso para os/as Agentes Comunitários/as de Saúde;
    a     Fim do fator previdenciário;
    a     Reestabelecer, imediatamente, as bases de financiamento da saúde como a regulamentação da Emenda Constitucional 29, através da ;
    a     Flexibilização da lei de responsabilidade fiscal para possibilitar aos entes a gestão das políticas de saúde;
    a     Aplicação de sansões previstas em lei às empresas que tem altos índices de acidente do trabalho;
    a     Investimentos na infra-estrutura de saúde pública nos locais que  apresentam os piores indicadores sociais, priorizando ações nos municípios com piores IDH.

    sábado, 7 de maio de 2011

    Ministro da CGU pede lei que acelere punição de gestor público

    O ministro-chefe da Controladoria-Geral da União (CGU), Jorge Hage, fez um apelo para que o Congresso Nacional modifique a legislação e possibilite que os gestores sejam mais rapidamente punidos por irregularidades na administração pública. O ministro ressaltou que, apesar da falta de uma legislação adequada, as fiscalizações da CGU já resultaram em mais de 3 mil demissões ou destituições de servidores públicos entre 2003 e março de 2011.
    Hage participa neste momento de audiência da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara, que discute irregularidades na aplicação de recursos públicos destinados à saúde e à educação.
    Segundo Hage, as irregularidades acontecem mais nessas duas áreas porque elas recebem maior volume de recursos, cerca de 30% do total, e têm uma ação mais diversificada. Além disso, o ministro disse que as verbas repassadas para os municípios são geralmente de transferência obrigatória e dispensam convênios específicos, caso da merenda escolar.
    O ministro disse que a CGU já realizou 33 sorteios de fiscalização, atingindo quase 35% dos municípios brasileiros. Entre os exemplos de irregularidades verificados, Hage citou a falta de fornecimento de merenda escolar, fraudes em licitações de merenda e condições inadequadas de armazenamento de alimentos. Durante a audiência, foi mostrada uma foto de merenda escolar armazenada em um banheiro.
    No caso de transporte escolar, foram apresentadas fotos de veículos movidos a botijão de gás e de caminhões usados para transportar alunos. Já na área de Saúde, Hage disse que as fiscalizações constataram que 70% dos médicos não cumpriam a carga horária de 40 horas semanais.
    A audiência ocorre no plenário 9.
    Reportagem – Sílvia Mugnatto/Rádio Câmara
    Edição – Pierre Triboli

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    Governo prepara medidas para coibir desvio de repasses, diz CGU

    O ministro-chefe da Controladoria-Geral da União (CGU), Jorge Hage, disse que o governo está preparando um decreto que vai exigir contas específicas em bancos oficiais para o repasse de recursos federais aos municípios, além de autorizar repasse direto para fornecedores. Segundo o ministro, essas medidas vão evitar saques na boca do caixa, que hoje dificultam a fiscalização. A declaração foi feita hoje, em audiência pública na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle.
    Durante a audiência, Hage também pediu a revisão da Lei do Fundeb (11.494/07) para definir melhor as responsabilidades de fiscalização da União, de estados e de municípios. Já a Lei de Licitações (8.666/93), segundo ele, deve ser revista para desburocratizar o processo.
    O ministro disse, ainda, que a CGU necessita de mais pessoal para atuar na fiscalização (hoje a CGU tem 2,4 mil servidores).
    Reportagem – Sílvia Mugnatto/Rádio Câmara
    Edição – Pierre Triboli


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    sexta-feira, 6 de maio de 2011

    Seminário discute condições de trabalho na área de saúde

    A Comissão de Legislação Participativa realiza hoje um seminário sobre as condições de trabalho na saúde, por sugestão da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde. Serão discutidos os seguintes temas:
    • Condições de Trabalho na Saúde: Segurança do Paciente, Proteja o Trabalhador
    • Erro de Medicação e Condições de Trabalho
    • Dimensionamento de Recursos Humanos na Área da Saúde
    • A Enfermagem e os Desafios para a Saúde no Brasil: Compromisso e Condições de Trabalho Requeridas
    • Organização do Trabalho e Adoecimento

    Convidados

    Foram convidados, entre outros:
    - a diretora de Gestão do Trabalho do Ministério da Saúde, Denise Motta Dau;
    - a secretária de Inspeção do Trabalho do Ministério do Trabalho, Vera Lúcia Ribeiro de Albuquerque;
    - o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde, José Lião de Almeida;
    - o presidente do Conselho Federal de Enfermagem, Manoel Carlos Neri da Silva;
    - o presidente da Federação Nacional dos Enfermeiros, Solange Aparecida Caetano; e
    - a presidente da Associação Brasileira de Enfermagem, Ivone Cabral.

    O seminário será realizado a partir das 9 horas no auditório Nereu Ramos.
    *Matéria atualizada em 03/05.
    Da Redação/WS

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    Tabela do Sistema Único de Saúde será discutida em audiência

    A Comissão de Seguridade Social e Família vai realizar uma audiência pública para discutir a tabela do Sistema Único de Saúde (SUS) utilizada nos procedimentos hospitalares.
    O autor do requerimento, aprovado na quarta-feira (27), deputado Raimundão (PMDB-CE), enfatiza que o Sistema Único de Saúde (SUS) foi criado para melhorar a saúde pública da população brasileira. “No entanto, os profissionais dessa área, devido principalmente à tabela do SUS, não obtêm o merecido reconhecimento, já que a mesma está bastante defasada”, alerta.
    Raimundão reclama que a consequência é a saída de vários médicos para trabalhar em hospitais ou clínicas particulares, “onde têm uma remuneração e até condições de trabalho mais apropriadas”.
    A data da audiência não foi definida.
    Da Redação/ RCA

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    Programa SANAR para enfrentar doenças negligenciadas será lançada em Pernambuco

    Também estarão em foco as doenças tracoma, hanseníase, filariose, esquitossomose e helmintíase, consideradas pelo governo como historicamente negligenciadas.




    Doenças como tuberculose, doença de chagas, tracoma, hanseníase, filariose, esquitossomose e helmintíase, consideradas pelo governo como historicamente negligenciadas, terão agora atenção especial do Estado com o programa Sanar. 

    O lançamento da ação acontecerá na próxima sexta-feira (6), durante o “Fórum de Mobilização para Enfrentamento das Doenças Negligenciadas no Estado de Pernambuco”, no auditório do Centro de Convenções da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), na Cidade Universitária. O evento, que ocorrerá das 8h30 às 17h, contará com a presença do governador Eduardo Campos e outras autoridades.  

    Esta é a primeira vez que o Estado lança um programa específico para enfrentar doenças tropicais endêmicas que atingem a população de baixa renda. O Sanar vai atuar em 108 municípios prioritários do Estado, escolhidos através do percentual de incidência. 

    As prioridades serão a vigilância epidemiológica, o fortalecimento e capacitação das equipes de atenção básica para a identificação e manejo clínico adequado, a ampliação do diagnóstico e a melhora do acesso a tratamentos e medicamentos. O Programa vai contar com um investimento de 5,6 milhões da Secretarai Estadual de Saúde.

    quarta-feira, 4 de maio de 2011

    Programa de saúde bucal vai oferecer aparelho ortodôntico e implante dentário

    Carolina Pimentel
    Repórter da Agência Brasil

    Brasília – Aparelhos bucais para corrigir a posição dos dentes e a mordida, os chamados aparelhos ortodônticos, e implante dentário passarão a ser ofertados pelo programa governamental Brasil Sorridente. Os novos serviços devem ser incluídos pelas secretarias estaduais e municipais de Saúde, segundo o Ministério da Saúde.
    Com os dois novos tratamentos, o governo federal estima atender mais 1,15 milhão de brasileiros este ano. Em 2010, foram 25 milhões de atendimentos nos centros de odontologia do programa em todo o país.
    O ministério estima um aumento de R$ 134 milhões no orçamento total do programa para este ano com a inclusão dos serviços. O dinheiro será repassado aos estados e municípios conforme os atendimentos. No ano passado, as ações na área de saúde bucal somaram R$ 710 milhões.
    Os centros do programa já fazem tratamento de canal, gengiva, cirurgias corretivas e estéticas, além de exames para diagnosticar o câncer bucal.
    Edição: Lana Cristina
     

    Governo vai oferecer 8 milhões de vagas em cursos de educação profissional

    Brasília – O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), lançado hoje (28) pela presidenta Dilma Rousseff, tem como meta oferecer 8 milhões de vagas, até 2014, na educação profissional para estudantes do ensino médio e trabalhadores que necessitam de qualificação. O programa prevê a ampliação das redes federal e estaduais de educação profissional, pagamento de bolsa formação para trabalhadores e estudantes, aumento das vagas gratuitas em cursos do Sistema S e a extensão do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para cursos técnicos.

    As vagas serão oferecidas por instituições públicas e privadas e pelo Sistema S (Sesi, Senai, Sesc e Senac), em cursos presenciais e à distância. Promessa de campanha da presidenta, o programa foi pensado inicialmente como ferramenta para melhorar o ensino médio, ampliando a formação do aluno, em cursos profissionalizantes integrados ao ensino regular. Mas a iniciativa vai incluir também trabalhadores interessados em qualificação profissional.

    Trabalhadores reincidentes no seguro-desemprego serão recrutados para participar de cursos profissionalizantes em instituições públicas ou do Sistema S. Eles serão orientados sobre o tipo de curso e a área em que podem se capacitar. Após a matrícula, a frequência do aluno será controlada e ele só receberá o seguro-desemprego se comparecer às aulas.

    Já os alunos do ensino médio que quiserem combinar a escola com cursos profissionalizantes receberão uma bolsa formação caso não consigam uma vaga em instituição pública. O valor da bolsa vai variar de acordo com o curso escolhido. Os beneficiários serão definidos pelos sistemas estaduais de ensino e estudarão essencialmente em escolas do Sistema S. De acordo com o ministro da Educação, Fernando Haddad, serão ofertadas 3,5 milhões de bolsas formação nos próximos quatro anos.

    O Pronatec também pretende atingir os beneficiários do Bolsa Família, que vão ser selecionados pelo Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) para cursos de formação em diferentes níveis, a partir da oferta disponível em cada município. Os cursos poderão ser voltados à alfabetização de adultos ou ao aperfeiçoamento profissional.

    O projeto de lei que cria o Pronatec será encaminhado ao Congresso Nacional com pedido para tramitar em regime de urgência.
    Fonte: Agência Brasil

    Câmara aprova crédito de R$ 26,6 bilhões a diversos órgãos e estatais,inclusive para a saúde.

    O Plenário aprovou, nesta terça-feira, a Medida Provisória 515/10, que concede crédito extraordinário de R$ 26,6 bilhões a vários órgãos do Executivo e a estatais, com destaque para a Petrobras. A matéria será analisada ainda pelo Senado. A MP foi relatada pelo deputado Fabio Trad (PMDB-MS), que recomendou a aprovação do texto original enviado pelo Executivo.
    A petrolífera brasileira recebe R$ 12,5 bilhões, mas o dinheiro vem de cancelamentos da própria empresa (R$ 7,1 bilhões) e de recursos próprios (R$ 5,38 bilhões). Os projetos que recebem mais receitas são os ligados à extração de petróleo na bacia de Campos (RJ) e para a modernização de refinarias.
    Já a Petrobras Netherlands fica com outros R$ 4 bilhões, dos quais R$ 2,7 bilhões para a compra de unidades flutuantes de armazenamento de transferência de petróleo para os campos de Barracuda e Caratinga, no Sudeste. A Braspetro conta com R$ 1,5 bilhão para adequar a infraestrutura de produção no exterior.
    Rede digital
    A Telebrás fica com R$ 300 milhões devido ao aumento do capital da União na empresa com o objetivo de iniciar a implantação da infraestrutura da Rede Nacional de Banda Larga, cujo término está previsto para dezembro de 2014.

    Segundo o governo, a meta é atender 4.283 municípios, interligando-os em nível nacional por meio de 30 mil km de fibras ópticas cedidas pelas concessionárias de energia elétrica e de gás.
    Combate ao tráfico
    O Ministério da Defesa obteve crédito de R$ 626 milhões. Para cobrir os gastos com a mobilização de tropas ocorrida no Rio de Janeiro, nas operações de combate ao crime organizado, são alocados R$ 198 milhões.

    Por causa dessa mobilização, as Forças Armadas julgaram necessário incorporar ao efetivo mais 26 mil novos recrutas – a um custo de R$ 283 milhões – para garantir a segurança dos quartéis. Isso permitiu liberar os efetivos profissionais da Força de Pacificação dos Complexos da Penha e do Alemão, favelas do Rio de Janeiro.

    Saúde
    A MP libera também R$ 1 bilhão para o Ministério da Saúde. Parte do dinheiro (R$ 471 milhões) tem o objetivo de ajudar na compra, pelos estados, de medicamentos excepcionais, utilizados no tratamento de doenças crônicas e raras. Isso se deve a liminares da Justiça obrigando o Sistema Único de Saúde (SUS) a fornecer esses remédios.

    Íntegra da proposta:

    Reportagem – Eduardo Piovesan
    Edição – Marcos Rossi

    A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara de Notícias'

    terça-feira, 3 de maio de 2011

    Ômega-3 em excesso eleva risco de câncer de próstata agressivo

    Um estudo que procurava examinar a associação entre gorduras na dieta e o risco de câncer de próstata concluiu que o que é bom para o coração pode não ser bom para a próstata.

    Homens com as maiores porcentagens de ácido docosahexanoico, ou DHA, um ácido graxo ômega-3 redutor de inflamações, comumente encontrado em peixes, têm duas vezes e meia mais risco de desenvolverem câncer de próstata agressivo de alto grau, em comparação com homens com níveis mais baixos de DHA.

    Não foi encontrada conexão quando o foco é o câncer de próstata de baixo risco, menos agressivo.

    A conclusão é dos pesquisadores do Centro de Estudos do Câncer Fred Hutchinson, nos Estados Unidos, depois de analisarem dados de um estudo nacional envolvendo mais de 3.400 homens.

    De cabeça para baixo

    Inversamente, homens com maiores índices de ácidos graxos trans no sangue - que estão ligados à inflamação e doenças do coração e abundante em alimentos industrializados que contêm óleos vegetais parcialmente hidrogenados - apresentaram uma redução de 50 por cento no risco de contrair câncer da próstata agressivo.

    Por outro lado, nenhuma destas gorduras foi associada com um risco de câncer de próstata de baixo grau, menos severo.

    Os pesquisadores também concluíram que os ácidos graxos ômega-6, que são encontrados na maioria dos óleos vegetais e estão ligados à inflamação e às doenças cardíacas, não têm conexão com o risco de câncer de próstata.

    "Ficamos surpresos ao ver esses resultados e gastamos muito tempo para garantir que as análises estavam corretas," disse o Dr. Theodore Brasky, coordenador da pesquisa.

    "Nossos resultados colocam de cabeça para baixo o que sabemos - ou melhor, o que nós pensamos que sabemos - sobre a dieta, a inflamação e o desenvolvimento do câncer de próstata, e mostra a complexidade de se estudar a associação entre a nutrição e o risco de várias doenças crônicas," diz ele.

    Ácidos graxos e câncer de próstata

    Os pesquisadores realizaram o estudo porque sabe-se que a inflamação crônica aumenta o risco de vários cânceres, e os ácidos graxos ômega-3, encontrados principalmente no óleo de peixe, têm efeitos anti-inflamatórios.

    Em contrapartida, outras gorduras, como o ômega-6, dos óleos vegetais, e as gorduras trans encontrados em fast foods, podem promover a inflamação.

    "Queríamos testar a hipótese de que as concentrações dessas gorduras no sangue estariam associadas com o risco de câncer de próstata," disse Brasky. "Nós pensávamos que os ácidos graxos ômega-3 poderiam reduzir e o ômega-6 e os ácidos gordos trans aumentarem o risco de câncer de próstata."

    Mas não foi isto o que os dados mostraram - embora um estudo com 3.400 casos seja considerado pequeno para fundamentar qualquer recomendação a respeito, ou mesmo ser considerado conclusivo.

    Mais pesquisas

    Os mecanismos por trás do impacto do ômega-3 no risco do câncer de próstata de alto grau são desconhecidos.

    "Além da inflamação, as gorduras ômega-3 afetam outros processos biológicos. Pode ser que esses mecanismos desempenhem um papel no desenvolvimento de certos cânceres da próstata", disse Brasky. "Esta é certamente uma área que necessita de mais pesquisas."

    domingo, 1 de maio de 2011

    Propostas dos/as Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias para as Conferências Municipais, Estaduais e Nacional de Saúde


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    ---------- Mensagem encaminhada ----------
    De: Formação CNTSS <formacao@cntsscut.org.br>
    Data: 28 de abril de 2011 20:25
    Assunto: Propostas para Conferências de Saúde
    Para: Robson Gois <robsonteixeira4@gmail.com>, Robson Gois <coord.naciocntss.acsace@gmail.com>, FERNANDO CANDIDO DO NASCIMENTO <fernando.candido2004@ig.com.br>, jorgealbertonet@gmail.com, jorgealbertonet@hotmail.com, claudiosindicato09@gmail.com, sindacsrr@hotmail.com, sindacs.pb@hotmail.com, sindacsba1@yahoo.com.br, sindacspe@gmail.com, sindacspb@hotmail.com, raquelcabral@hotmail.com, helenildes_gomes@hotmail.com






    São Paulo, 25 de abril de 2011


    Aos
    Sindicatos filiados à CNTSS/CUT
    Att.: Direção

    Ref.: Propostas dos/as Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias para as Conferências Municipais, Estaduais e Nacional de Saúde


    Companheiras e companheiros

              A CNTSS/CUT entende que as lutas dos trabalhadores no Brasil, ao longo da história, contribuíram para a conquista legal do Sistema Único de Saúde – SUS, com seus princípios de atenção integral à saúde para todos e direito da participação popular na formulação e fiscalização das políticas de saúde.
              Compreendemos que as Conferências de Saúde representam um espaço privilegiado para o debate entre todos os segmentos da sociedade sobre as questões de saúde e também se constituem em instrumento de defesa dos direitos dos trabalhadores.
               Neste contexto, após amplo debate com todos os sindicatos filiados que representam os/as Agentes Comunitários/as de Saúde e Agentes de Combate às Endemias, a CNTSS/CUT vem apresentar as propostas norteadoras para contribuição aos debates que serão realizados nas Conferências Municipais, Estaduais e Nacional de Saúde que, com certeza, representarão avanços para as políticas de atenção básica da saúde e para as conquistas dos/as Agentes Comunitários/as de Saúde e Agentes de Combate às Endemias:

    a     Fiscalização e incentivo do Ministério da Saúde no cumprimento da Emenda Constitucional 51 e da Lei nº 11.350/2006, visando regularizar o vínculo empregatício de todos/as os/as Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias, sendo intransigentemente contra a terceirização dos serviços de saúde;
    a     Estender para os/as Agentes de Combate às Endemias a Portaria Normativa do Ministério da Saúde, que atualmente estabelece um incentivo de R$ 714,00 para os/as Agentes Comunitários/as de Saúde;
    a     Regulamentação da Emenda Constitucional 63 que dispõe sobre o Piso Salarial Nacional dos/as Agentes Comunitários/as de Saúde e dos/as Agentes de Combate às Endemias;
    a     Defender uma política de Saúde do Trabalhador que considere as especificidades dos/as Agentes de Saúde. Além disso, o poder público deve financiar e assegurar o direito de acesso ao protetor solar e demais equipamentos de proteção, além do pagamento de adicional de insalubridade;
    a     Implantação do curso técnico de formação para os/as Agentes de Combate às Endemias e a continuidade do curso para os/as Agentes Comunitários/as de Saúde;
    a     Fim do fator previdenciário;
    a     Reestabelecer, imediatamente, as bases de financiamento da saúde como a regulamentação da Emenda Constitucional 29, através da ;
    a     Flexibilização da lei de responsabilidade fiscal para possibilitar aos entes a gestão das políticas de saúde;
    a     Aplicação de sansões previstas em lei às empresas que tem altos índices de acidente do trabalho;
    a     Investimentos na infra-estrutura de saúde pública nos locais que  apresentam os piores indicadores sociais, priorizando ações nos municípios com piores IDH.


     SINDACS PE SINDICATO DOS AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE E GUARDAS DE ENDEMIAS DO ESTADO DE PERNAMBUCO.