DEIXE AQUI O SEU RECADO!!!

Seguidores

sábado, 21 de abril de 2012

Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ-AB)


O Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica é um Programa que procura induzir a instituição de processos que ampliem a capacidade das gestões federal, estaduais e municipais, além das Equipes de Atenção Básica, em ofertarem serviços que assegurem maior acesso e qualidade, de acordo com as necessidades concretas da população.
O Programa busca induzir a ampliação do acesso e a melhoria da qualidade da atenção básica, com garantia de um padrão de qualidade comparável nacional, regional e localmente de maneira a permitir maior transparência e efetividade das ações governamentais direcionadas à Atenção Básica em Saúde em todo o Brasil.
O PMAQ está organizado em quatro fases que se complementam e que conformam um ciclo continuo de melhoria do acesso e da qualidade da AB (Adesão e Contratualização; Desenvolvimento; Avaliação Externa; e Recontratualização).
A primeira fase do PMAQ consiste na etapa formal de adesão ao Programa, mediante a contratualização de compromissos e indicadores a serem firmados entre as Equipes de Atenção Básica com os gestores municipais, e destes com o Ministério da Saúde num processo que envolve pactuação local, regional e estadual e a participação do controle social.
A segunda fase consiste na etapa de desenvolvimento do conjunto de ações que serão empreendidas pelas Equipes de Atenção Básica, pelas gestões municipais e estaduais e pelo Ministério da Saúde, com o intuito de promover os movimentos de mudança da gestão, do cuidado e da gestão do cuidado que produzirão a melhoria do acesso e da qualidade da Atenção Básica. Esta fase está organizada em quatro dimensões (Autoavaliação; Monitoramento; Educação Permanente; e Apoio Institucional).
A terceira fase consiste na avaliação externa que será a fase em que se realizará um conjunto de ações que averiguará as condições de acesso e de qualidade da totalidade de municípios e Equipes da Atenção Básica participantes do Programa.
E, finalmente, a quarta fase é constituída por um processo de pactuação singular das equipes e dos municípios com o incremento de novos padrões e indicadores de qualidade, estimulando a institucionalização de um processo cíclico e sistemático a partir dos resultados alcançados pelos participantes do PMAQ.

Dia nacional da paralisação dos agentes comunitários e de Endemias 30 de Maio

Os sindacs da base cutistas de todo Brasil no dia 30 de Maio de 2012,vão parar para chamar a atenção e cobrar dos governadores dos expectivos estados.Não só o empenho na regulamentação de EC 63,mais na formação dos profissionais com a implatação do 2° e 3° modulo do curso técnico para os ACS, e o 1° modulo para os ACEs,mais o cumprimento da Lei 11.350 que a grande maioria dos municípios anda não efetivaram os seus agentes e a questão da saúde do trabalhador que é excencial acreditamos que os governadores podem nos ajudar e muito com suas bases não só no congresso nacional como nas prefeituras.A paralisação é nacional e aqui em Pernambuco vai sair da praça Osvaldo Cruz até o palácio do Campo das Princesas.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

SAÚDE - Agentes de saúde cobram regulamentação de piso salarial

Sílvia Mugnatto

Uma comissão de agentes comunitários de saúde e deputados entregou ontem ao presidente da Câmara, Marco Maia, um requerimento para que o projeto de lei que trata da regulamentação do piso da categoria (PL 7495/06) seja votado em Plenário. Antes disso, eles lotaram três plenários da Casa em uma audiência pública da Comissão de Seguridade Social.

Marco Maia disse que vai debater o assunto com os líderes de partidos. O deputado Raimundo Gomes de Matos (PSDB-CE), que participou da comissão especial que votou a proposta, afirmou que o pagamento do novo piso será feito de forma escalonada.

“Acredito que o presidente Marco Maia irá colocar o assunto na reunião de líderes. É preciso fazer uma articulação com a Casa Civil para mostrar que não há impacto financeiro nessa pactuação. Até porque a comissão especial propôs um escalonamento em três anos”, disse.O deputado Benjamin Maranhão (PMDB-PB) sugeriu aos agentes comunitários de saúde que provoquem o Supremo Tribunal Federal sobre a omissão do Congresso em regulamentar a Emenda Constitucional 63. fonte:  jornal da câmara

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Brasil pode testar seu primeiro coração artificial CONFIRA: http://ricardoacs.blogspot.com


Arquivo/ Reinaldo Ferrigno
Erika Kokay
Kokay: patologias bucais aumentam o tempo de internação dos pacientes.
A Comissão de Seguridade Social e Família aprovou nesta quarta-feira (18) proposta que torna obrigatória a presença de dentistas em hospitais públicos e privados de médio ou grande porte em que haja pacientes internados ou que atendam a doentes crônicos. Foi aprovado o substitutivo da relatora, deputada Erika Kokay (PT-DF), ao Projeto de Lei 2776/08, do deputado Neilton Mulim (PR-RJ).
O texto assegura a assistência odontológica a todos os pacientes em regime de internação hospitalar, aos atendidos em casa na modalidade “home care” e aos doentes crônicos, mesmo que não estejam internados. O projeto original garantia o serviço apenas em unidades de terapia intensiva (UTIs) e em hospitais públicos e privados com pacientes internados.
Além disso, de acordo com a proposta de Mulim, as clínicas, pública ou privadas, também deveriam manter profissionais de odontologia à disposição dos pacientes. Pelo substitutivo, apenas os hospitais de médio e grande porte deverão cumprir essa regra.
Referência
Erika Kokay lembra que as patologias bucais aumentam o tempo de internação dos pacientes e podem até levar à morte. “A iniciativa proposta pode ser considerada como a extensão de uma prática já seguida por algumas instituições de referência nacional e internacional, como os hospitais Sírio-Libanês e Albert Einstein, quanto ao atendimento odontológico”, afirmou.
Pela proposta aprovada, as UTIs deverão contar com cirurgiões-dentistas. Já os outros estabelecimentos poderão manter outros profissionais habilitados na área, desde que supervisionados por um odontólogo.
Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado ainda pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Carolina Pompeu
Edição – Marcelo Oliveira

Brasil pode testar seu primeiro coração artificial





Foto: Assessoria
Nas primeiras etapas o coração artificial brasileiro ficará fora do corpo dos pacientes
Nas primeiras etapas o coração artificial brasileiro ficará fora do corpo dos pacientes
Os cirurgiões que participam do 39º Congresso Nacional de Cirurgia Cardiovascular em Maceió tiveram ontem uma boa notícia para comemorar: o Conselho Nacional de Ética em Pesquisa e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Avisa) autorizaram a realização do estudo clínico para o implante com o primeiro coração artificial desenvolvido no Brasil.
Cinco pacientes já foram selecionados para receber o coração artificial, que foi desenvolvido pelo Instituto Dante Pazzanese, vinculado à Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, com apoio do Hospital do Coração, Fapesp, CNPq e Ministério da Saúde.
O cirurgião-cardíaco Jarbas Dinkhuysen, chefe do setor de transplantes do Instituto Dante Pazzanese e principal responsável pelo projeto – e também participante do congresso – disse que após avaliação dos resultados nesses primeiros pacientes, o dispositivo será também testado em outro cinco voluntários.
“Se tudo correr bem, como esperamos, teremos então a possibilidade de industrializar o coração artificial auxiliar de forma contundente e distribuí-lo para institutos credenciados e com equipes treinadas”, disse ele.
Nas primeiras etapas o coração artificial brasileiro ficará fora do corpo dos pacientes para ser permanentemente monitorado, método tecnicamente conhecido como paracorpóreo. Dinkhuysen explicou que a medida é uma questão de segurança. “Se houver algum problema, será muito mais fácil de resolver, o que não aconteceria com o dispositivo dentro do tórax”.
Uma bateria fica acoplada do lado de fora do corpo do paciente e precisa ser trocada a cada duas horas. Desta forma, o paciente pode esperar pelo transplante em melhores condições clínicas.
A utilização do coração artificial dentro da caixa torácica do paciente somente deverá acontecer após outro período de análise de seus resultados nessas duas primeiras etapas.
E, ao contrário do que muitos imaginam, o coração artificial não substitui o coração original. Segundo Dinkhuysen, ele é acoplado para assumir uma função auxiliar.
Insuficiência cardíaca
Todos os pacientes que vão receber o dispositivo sofrem de insuficiência cardíaca aguda ou descompensada, não respondem de forma positiva aos medicamentos, estão em boas condições psicológicas para a cirurgia e foram selecionados a partir da lista de espera da Central de Transplante de Órgãos de São Paulo.
O objetivo do coração artificial é manter esses pacientes vivos até que apareça um doador compatível para o transplante. Mas também pode ser usado temporariamente para que o coração do paciente se restabeleça de uma patologia chamada miocardite aguda (infecção do coração, geralmente de origem viral).
Por fim, é indicado também para pacientes com indicação de transplante de coração mas que têm contra-indicação para a cirurgia, normalmente por debilidade provocada por outras doenças. Nesse caso, segundo o pesquisador paulista, deverá usar o dispositivo para o resto da vida.
Made in Brazil
O aparelho começou a ser desenvolvido em 1998, em São Paulo, com técnica genuinamente nacional, e em 2004 foram iniciados testes em bezerros. Após obter bons resultados, a equipe de pesquisadores liderada por Dinkhuysen pediu em setembro do ano passado autorização para começar a realizar testes em humanos.
Em vários lugares do mundo este tipo de procedimento, também conhecido por assistência circulatória mecânica, já é realizado com sucesso. Em alguns casos, os pacientes se adaptam tão bem ao uso do coração artificial que não querem mais ser transplantados.
O uso desse tipo de procedimento não inclui risco de rejeição. Há sim risco de coagulação do sangue dentro do coração artificial, mas tal problema é controlado com medicação.
Para destacar a importância do invento, Jarbas Dinkhuysen mostrou que no Brasil a estimativa é de que a cada ano 150 mil pessoas que necessitam de transplante de coração, mas apenas perto de 300 conseguem a cirurgia. Nos EUA, segundo ele, são 250 mil pacientes por ano, para apenas pouco mais de dois mil transplantes.
Não é à toa que as filas de espera são grandes, embora os candidatos não consigam aguardar muito tempo, uma vez que a grande maioria morre por insuficiência cardíaca antes do transplante. E, ainda segundo Dinkhuysen, também não há tantos corações para doar que atendam à demanda.
Segundo levantamento das entidades da área de cardiologia, cerca de metade dos pacientes graves morrem na fila de espera.
O custo do coração artificial produzido no Brasil fica entre R$ 60 mil e R$ 100 mil, valores bem inferiores à média dos aparelhos importados, que chegam a custar no mercado internacional até US$ 500 mil. Se produzido em massa, o custo deve sofrer queda considerável, preveem os especialistas.
Isso, na opinião do pesquisador Jarbas Dinkhuysen, viabiliza a utilização do dispositivo pelo SUS, ajudando a salvar milhares de vidas que hoje dificilmente teriam uma chance diante do quadro atual

LDO projeta salário mínimo de R$ 667,75 para o ano que vem




Brasília – O salário mínimo em 2013 poderá chegar a R$ 667,75, o que corresponde a um reajuste de 7,3% em relação ao atual. O valor consta no projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), divulgado nesta sexta-feira (13) pelo Ministério do Planejamento. A equipe econômica projeta ainda mínimo de R$ 729,20 para 2014 e de R$ 803,93 para o ano seguinte – o que resulta em aumento de 29% acumulados até 2015.
A LDO apresenta os parâmetros que servirão de base para a elaboração do Orçamento Geral da União do próximo ano. O projeto manteve as projeções oficiais para a inflação e para o crescimento econômico.
O crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) continuou estimado em 5,5% para 2013. A inflação pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) também não variou em relação aos números divulgados em fevereiro pela equipe econômica e ficou em 4,5%, um pouco menos que os 4,7% estimados para este ano.
O Planejamento estima taxa de câmbio média de R$ 1,84 para 2013, contra a taxa de R$ 1,76 em 2012. Os juros básicos da economia, de acordo com o projeto da LDO, deverão encerrar 2012 em 9,75% ao ano e atingir 8,5% ao ano no fim de 2013.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Federação diz que sem votação enfermeiros poderão parar em 15 de maio


A presidente da Federação Nacional de Enfermagem (FNE), Solange Caetano, defendeu há pouco que os enfermeiros façam paralisação no dia 15 de maio, durante a Semana da Enfermagem, caso o colégio de líderes não coloque o Projeto de Lei 2295/00 na pauta de votações do Plenário.
Segundo Solange, sete mil profissionais vieram hoje a Brasília para reivindicar a entrada da proposta da pauta. “Não podemos voltar para nossos estados com mais uma promessa que não será cumprida”, disse.
Após reunião com representantes dos enfermeiros, Marco Maia disse que a proposta somente poderá ser votada se a pauta estiver destrancada. Segundo o deputado Anthony Garotinho (PR-RJ), no entanto, “essa informação é meio verdadeira”. O deputado do Rio explicou que “projeto de lei não pode ser votado quando há medida provisória trancando a pauta em sessão ordinária, mas pode em sessão extraordinária”.
O debate ocorreu durante audiência pública da Comissão de Legislação Participativa para discute a jornada de trabalho dos profissionais da enfermagem, no auditório Nereu Ramos.

sábado, 14 de abril de 2012

Profissionais da enfermagem ameaçam greve por redução da jornada


Leonardo Prado
Tema: Regulamentação da Jornada de Trabalho dos Enfermeiros, Técnicos e Auxiliares de Enfermagem. (SUG 46/12 - da Federação Nacional dos Enfermeiros
Profissionais da enfermagem lotaram o auditório Nereu Ramos.
Profissionais da enfermagem ameaçam cruzar os braços no dia 15 de maio, caso a Câmara não vote o Projeto de Lei 2295/00, que reduz de 40 para 30 horas semanais a jornada de trabalho da categoria. “Se os líderes não colocarem o projeto na pauta, a enfermagem para”, sustentou a presidente da Federação Nacional dos Enfermeiros (FNE), Solange Caetano. Desde 2009, o projeto está pronto para ser votado pelo Plenário.
Segundo Solange, que participou de audiência pública da Comissão de Legislação Participativanesta quarta-feira (11), 7 mil profissionais participaram, na manhã desta quarta-feira, de manifestação na Esplanada dos Ministérios. À tarde, lotaram o auditório Nereu Ramos para pedir a votação da nova jornada.
Promessas
Após ouvir do presidente da Câmara que o PL 2295 só poderá ser votado quando a pauta estiver destrancada, o presidente Conselho Federal de Enfermagem (Confen), Manoel Carlos Neri, também não descartou a possibilidade de paralisação. De acordo com Neri, no ano passado, Marco Maia assumiu o mesmo compromisso, mas a proposta nunca entrou na pauta do Plenário.
Ainda conforme o presidente do Cofen, em 2010, o então presidente da Câmara, Michel Temer, fez a mesma promessa – votar a medida assim que fosse aprovada nas comissões. “Fizemos mobilização e aprovamos o projeto em todas elas. Em março ele entrou na pauta e ficou o ano inteiro, porque a pauta ficou trancada”, relatou.
A deputada Rosane Ferreira (PV-PR), que é enfermeira, disse que já ocorreram quatro ou cinco audiências públicas, além de mobilizações e sessão solene no Plenário. Para ela, é preciso dar um basta. “Não posso pedir para meu povo parar, porque quem vai estar no parto, atrás da seringa da vacina? Mas não estou vendo outra saída”, disse.
Divergências
Para o presidente da CLP, deputado Anthony Garotinho (PR-RJ), “a única maneira de votar a proposta é uma decisão política de um grupo de deputados que apoia esse movimento pelas 30 horas para a Enfermagem para que seja feita uma obstrução da pauta até que esse projeto seja colocado em votação”.
Na opinião da deputada Janete Rocha Pietá (PT-SP), no entanto, uma vez que o presidente se comprometeu a votar a medida assim que houver “uma janela”, a melhor estratégia consiste exatamente no oposto do que propõe Garotinho, em liberar a pauta. “Obstruir apenas impossibilita que outras questões importantes entrem em votação”, afirma.
“Meia verdade”
Segundo Garotinho, a afirmação de Marco Maia de que a matéria somente pode ser votada com a pauta destrancada “é meio verdadeira”. Ele sustentou que “projeto de lei não pode ser votado quando há medida provisória trancando a pauta em sessão ordinária, mas pode em sessão extraordinária”.
O deputado fluminense disse ainda que, no Congresso, tudo é decidido por acordo. Diante disso, providenciou um documento, que foi assinado por líderes e vice-líderes de vários partidos, e levado ao presidente da Câmara, como forma de pressionar o colégio de líderes.
Janete Pietá também discorda dessa opinião de Garotinho. “Até onde eu entendo de regimento, só podem ser convocadas sessões extraordinárias para votar PECs [propostas de emenda à Constituição] e matérias jurídicas”, considerou.
Para resolver definitivamente o problema das obstruções da pauta por medidas provisórias, como ocorre neste momento, em que oito delas aguardam votação, a deputada acredita que a solução seja uma reforma do regimento. “Temos de mudar o regimento porque não podemos sempre depender de jeitinho, de acordo, para votar as prioridades do povo brasileiro”, defende.
Compromisso
Os deputados Artur Bruno (PT-CE) e Rogério Carvalho (PT-SE) garantiram que “a bancada do PT vai levar ao líder do partido, deputado Jilmar Tatto (SP), a reivindicação de colar a proposta em votação”. Líder do PSC, o deputado Andre Moura (SE) assegurou que, “a todas as reuniões do Colégio de Líderes com o panfleto da enfermagem para lembrar o compromisso da presidente República com a jornada de 30 horas”.
* Matéria atualizada no dia 12/04

Íntegra da proposta:

Reportagem - Maria Neves
Edição – Wilson Silveira

quinta-feira, 12 de abril de 2012

POR QUE O SITE DA CONACS NÃO INFORMA COMO DEVERIA ?

 SITE DA CONACS  X  FEDERAÇÕES




Companheiros de todo Brasil, Na Assembleia Geral da CONACS, em Luziânia-GO. surgiram conversas e comentários que até agora não ainda não conseguir entender, Como por exemplo Que o SITE da CONACS não atualizar e não informa como deveria, por causa de alguns Diretores de Federações Estaduais !


Isso mesmo Companheiros entre vários bate papos e comentários que cheguei a escultar, que alguns Diretores de Federações não querem que o SITE da CONACS, seja atualizado para não prejudicar as Federações nos Estados.


Segundo as conclusões é porque se o SITE da CONACS, for atualizado as Federações não tem o que fazer em seus estados e estavam perdendo associados.


COMPANHEIROS EU ACHEI  ISSO UM ABSURDO E SE REALMENTE ISSO FOR A VERDADE,  TEM QUE SE MUDAR MUITAS COISAS, TANTO NA DIREÇÃO DA CONACS E PRINCIPALMENTE NAS DIREÇÕES DAS FEDERAÇÕES QUE PESAM ASSIM.


E CADA UM TENTE TIRAR SUAS CONCLUSÕES OU TENTE NOS EXPLICAR MELHOR SOBRE ESSE ASSUNTO, POIS NOSSO BLOG ESTÁ ABERTO PARA DIREITO DE RESPOSTA.




BIO ACS

Comissão aprova piso salarial de R$ 4,6 mil para enfermeiros



Brizza Cavalcante
Assis Melo
Melo: piso digno desestimula múltiplos empregos.
A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público aprovou nesta quarta-feira o Projeto de Lei 4924/09, do deputado Mauro Nazif (PSB-RO), que fixa o piso salarial de enfermeiros em R$ 4.650.
Por sugestão do relator,  deputado Assis Melo (PCdoB-RS), a comissão também acolheu emenda anteriormente aprovadapela Comissão de Seguridade Social e Família, que fixa o salário dos técnicos de enfermagem em 70% do piso (R$ 3.255), em vez dos 50% previstos no projeto original.

O texto aprovado também aumenta o percentual previsto para auxiliares de enfermagem e parteiras. No projeto original eles receberiam 40% do salário do enfermeiro. O texto aprovado fixa um percentual de 50% do piso (R$ 2.325) para essa categoria.
"Sabemos que um piso salarial digno desestimula que os trabalhadores mantenham diversos empregos em detrimento da saúde deles e de seus pacientes. Nossa realidade demonstra que grande parte dos profissionais da saúde se submete a longas jornadas e a múltiplos vínculos contratuais", disse Assis Melo.
Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

Da Redação/WS

terça-feira, 10 de abril de 2012

SINDACS-PE PRESENTE NO MUNICÍPIO DE JUREMA-PE ABRE NEGOCIAÇÃO PARA REAJUSTE DE SALÁRIOS DOS AGENTES DE SAÚDE


o prefeito José Ailton e o diretor Alexsandro
Mostrando presença nos municípios onde atua, o sindacs-pe abre negociação junto ao poder executivo,  na pessoa do prefeito José Ailton Costa com os diretores do sindacs-pe mostrou-se flexível  a uma negociação para  reajustar o salario dos agentes de saúde, desde já estamos confiantes no exito da negociação. Já que em vários municípios onde atuamos estamos tendo bastante exito nas negociações.